Jul
31
2010
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Inserida a parte 5/8 da palestra do Pr. Paulo Romeiro sobre a Predestinação.

 
Jul
16
2010
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Inserida a parte 4/8 da palestra do Pr. Paulo Romeiro sobre a Predestinação.

 
Jul
10
2010
III. Deveres para Conosco Imprimir E-mail
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Livros - Amos Binney - Compêndio de Teologia *

III. DEVERES PARA CONOSCO

 

1. A DEFESA própria contra as forças da natureza, os animais ferozes e homens maliciosos, até o tempo de tirar a vida a outro para salvar a nossa. Nm 35.22-24.

 

2. PRESERVAÇÃO PRóPRIA. Devemos evitar o mutilar-nos, a não ser para preservar a vida e a destruição própria. Lv 19.28; Jr 16.6, 7; 47.5.

 

É do nosso dever suportar todos os males da vida como para disciplina e correção das nossas naturezas espirituais. Hb 12.5-11; Ap 3.19.

 

Temos o dever de evitar o torturar-nos a nós mesmos e as austeridades rígidas e jejuns prejudiciais à saúde da alma e do corpo. 1Tm 4.1-5.

 

3. A MODERAÇÃO. Temos o dever moral de conter nossos apetites naturais e legítimos dentro dos limites da razão e da consciência. O desejo de comida e de bebida só deve ser satisfeito até onde não seja prejudicial à saúde. A inclinação sexual só deve ser satisfeita nos limites do casamento legal; e, ainda assim, não em dano do corpo, do espírito e da natureza espiritual. 1Co 6.19; 9.27.

 

A lei de moderação proíbe o criar-se e entregar-se a apetites artificiais escravisadores e degradantes tais como os que resultam do uso de ópio, fumo e bebidas embriagantes. A natureza imperiosa destes apetites os põe em direto antagonismo com a lei da pureza, que manda que as partes inferiores da natureza sejam sujeitas às superiores. Rm 6.12, 13; 12.1, 2; 1Co 6.9-13; Fl 3.19; 1Pe 2.5.

 

Nenhuma menção se faz, na Bíblia, de espíritos destilados ou alcoólicos, porque estes são de invenção mais recente. As bebidas fortes, frequentemente mencionadas são a cidra e a cerveja embriagantes dos tempos modernos. Estas, bem como o vinho embriagante como bebida, são sempre condenadas, seja positiva, seja implicitamente: Lv 10.9; Nm 6.3, 4; Dt 29.6; 32.33; Jz 13.4, 7, 14; 1Re 1.13-15; 25.36-38; 2Re 13.28; Et 1.10; 7.7; Pv 20.1; 23.29-32; 31.4, 5; Is 5.11, 22; 24.9; 28.1, 7; 56.12; Jr 35.5, 6; Ez 44.21; Dn 1.8; 5.1-4; Os 3.1; Jl 1.5; 3.3; Mq 2.11; 6.15; Hc 2.5, 15, 16; Lc 1.15; 21.34; Rm 13.13; 1Co 6.10; Gl 5.21; Ef 5.18; 1Tm 3.3, 8.

 

Que se fazia uso de certos vinhos nos tempos das Escrituras que não eram embriagantes nem prejudiciais, mas simplesrnentes confortantes e promotores da saúde, se observa, primeiro, por serem eles designados por uma palavra hebraica diferente; e em segundo lugar, pela alusão favorável a tais vinhos, Jz 9.13; Sl 103. 15; Ct 8.2; Is 55.1 e especialmente por serem recomendados aos enfermos como um tônico ocasional ou para algum fim curativo mas não como bebida habitual. 1Tm 5.23.

 

O uso do vinho como bebida é por alguns defendido pelo ato de Jesus em sancionar a prática fornecendo-o milagrosamente nas bodas de Caná. Jo 2.1-11. Mas não parece que o vinho que se usou primeiro naquela festa fosse embriagante; e muito menos o que Jesus forneceu, chamado o bom vinho. É muito mais provável que fosse uma amostra daquele que o Deus da natureza faz na videira, chamado o puro licor de uva. Dt 32.14.

 

O dever da abstinência total de toda a bebida embriagante é fundado não na lei da moralidade absoluta, mas nas exigências de uma moralidade de prudência. Isto proíbe atos em si mesmos não pecaminosos, mas que se tornam em pecado quando praticados habitualmente por nós, ou por outros seguindo o nosso exemplo. Rm 14.21; 1Co 8.9-13; 10.31-33.

 

O uso do fumo e do ópio, como meio de satisfação própria, é condenado por todas as Escrituras que requerem santidade ou pureza, tanto física como espiritual, e que comamos e bebamos para a maior glória de Deus. Rm 12.1, 2; 1Co 10.31; 2Co 7.1; Ef 5.4; Tg 1.21.

 

O dever da moderação requer a supressão da ambição ou o desejo desordenado de honra e poder; também a extinção da cobiça ou o desejo de amontoar riquezas com fins egoístas, Êx 20.17; Js 7.21; Lc 12.15; Cl 3.5.

 

Este dever também requer o domínio perfeito das nossas paixões e gênio como prejudiciais a nossa perfeição espiritual. Ef 4.31; Cl 3.8; Tg 3.14; 2Pe 1.6.

 

4. A EDUCAÇÃO PRóPRIA. Isto abranje o devido cuidado e exercício do corpo, como a habitação da alma; e a devida atenção à dieta, à vestimenta, à limpeza e sono, e à educação das faculdades intelectuais; alargando assim a nossa capacidade para utilidade e gozo. Nossa natureza ou consciência moral deve ser desenvolvida, nas suas faculdades tanto descriminativas como impulsivas, pelo bom proceder e pelo estudo de imitação dos melhores exemplos; enquanto que a nossa natureza espiritual deve ser desenvolvida e purificada pela habitação do Espírito Santo em nós. 1Ts 5.23; Hb 5.14.

 
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